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Não é de hoje que a tecnologia está a serviço do deficiente. Temos bons exemplos, como a bengala e o aparelho de surdez. Estima-se que existam 24,6 milhões de pessoas com alguma deficiência no Brasil: visual, auditiva, mental, física ou múltipla. Segundo números do MEC, 5.078 universitários, de um total de quase 4 milhões de estudantes inscritos por ano em processos seletivos, tem alguma deficiência. Esses números reforçam a idéia de que investir em tecnologia para pessoas com deficiência é muito importante. Hoje em dia, soluções hi-tech como, por exemplo, um software que lê um site para um cego ou um programa de comando de voz que permite a um tetraplégico escrever um texto no Word cumprem exatamente o papel que um dia a cadeira de rodas teve. Muito mais do que proporcionar a inclusão digital, essas ferramentas fazem a inclusão do indivíduo a sociedade. O adolescente Michel Motta, de 17 anos, que é deficiente visual utiliza o computador de uma forma especial. Todos os avisos são realizados por meio de efeitos sonoros. Alguns programas instalados por Michel permitem que as mensagens enviadas por e-mail para ele sejam traduzidas em áudio, para que ele consiga ouvi-las e responde-las. Para o jovem a tecnologia pode ajudar a abrir portas, “sei que saber mexer em computador é requisito básico para ter um bom emprego e eu quero muito trabalhar”. Michel ainda completa, “com toda essa tecnologia fica muito mais fácil para uma pessoa com deficiência conseguir um bom emprego”. Esse é apenas um exemplo de como a tecnologia pode auxiliar as pessoas com deficiência no dia a dia. Confira abaixo algumas opções de tecnologia acessível: Educação http://www.ressoar.org.br/_noticias.asp?idNoticia=738
Na web http://www.ressoar.org.br/_noticias.asp?idNoticia=739 Informática http://www.ressoar.org.br/_noticias.asp?idNoticia=740 Dia a dia http://www.ressoar.org.br/_noticias.asp?idNoticia=741 |