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A pobreza no país registrou queda e atingiu o nível mais baixo dos últimos 15 anos, segundo dois estudos divulgados, que também mostram uma redução da desigualdade social. Esses dados foram divulgados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, há ainda 36,2 milhões de brasileiros vivendo com até 125 reais por mês, valor que estabelece a linha de pobreza segundo a classificação da Fundação Getúlio Vargas. Para mudar essa situação iniciativas do terceiro setor são fundamentais. É o caso da Futurong, que tem como objetivo a promover a assistência social às minorias e o combate a pobreza, por meio de uma infra-estrutura de serviços centrados no eixo indivíduo-família-comunidade. A ONG foi idealizada, em 2002, para amenizar a situação de jovens e crianças em situação de risco social, proporcionando uma melhoria da qualidade de vida, a inclusão social, o resgate da cidadania e o desenvolvimento educacional e profissional. Os resultados obtidos são animadores, pois além do aumento da auto-estima dos jovens que freqüentam a instituição, existe diminuição da violência, dos assaltos, homicídios e roubos na região em que a ONG atua. Para a psicóloga Caroline Ribeiro, atitudes como essa são necessárias para erradicar a pobreza, “É algo que é feito de coração, com boa intenção. Muitas vezes quem esta em situação de risco quer apenas isso. Carinho e incentivo”, afirma. A ONG Casa do Zezinho é outro exemplo de instituição focada no eixo indivíduo-família-comunidade. Lá os educadores aprendem com as crianças e as crianças aprendem com os educadores a superar os obstáculos da pobreza. Esta compreensão tem como foco a formação de adultos com subsídios de autonomia para exercerem sua cidadania plena e atuarem como agentes de transformação social, preparados para enfrentar os desafios do mundo no século 21.
Futurong - www.futurong.org.br Casa do Zezinho - www.casadozezinho.org.br |